sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Mocidade de Meia Idade
A cidade continua quente, escondida aos pés da montanha do “Ibituruna.” As bicicletas continuam sendo as estrelas em meio ao movimento dos carros na cidade, que busca, a despeito da crise internacional, continuar seu crescimento econômico, agora com muito menos dólares chegando do exterior.
Mas o que encontramos nesta cidade acalorada quando chegamos de Vitória, foi uma mocidade de meia idade.
Viemos para parabenizar e nos sentimos estrelas; viemos trazer presentes e fomos presenteados; viemos para abraçar e nos sentimos amados.
A alegria desses jovens nos contagiou. O abraço desses senhores e senhoras, muitos já de cabelos brancos, foi um afago no coração. O lanche na chegada foi um banquete preparado por mãos dedicadas. Que delícia! Tudo isso foi um prenúncio da festa que estava para acontecer.
A mocidade de meia idade revela e reproduz uma igreja verdadeiramente cristã. O clima da reunião maravilhoso, o louvor com liberdade, a comunhão sincera.
Além de todos esses ingredientes, recebemos a Palavra de Deus, impactante como sempre, e desta vez, alardeada pelas experiências vividas e muito bem comunicadas pelo Joaquim. As palavras e as imagens que nos foram transmitidas jamais sairão do nosso coração.
Quando vai chegando a hora de voltar, temos mais certeza ainda, que deveríamos mesmo ter vindo.
Levaremos muitos presentes que ganhamos aqui!
Mais do que o calor da cidade, a temperatura que tomou conta de nós foi a espiritual. Mais do que o movimento das bicicletas, foi o crescimento adquirido. Mais do que qualquer riqueza desse mundo, foi o alimento da Palavra Viva. E por mais alta que seja a montanha do Ibituruna, ela jamais suplantará o grande amor que Deus tem para com todos nós.
Vocês não têm só meia idade, mas uma idade inteira já vivida e outra por viver.
Parabéns pelos 48 anos de mocidade cristã e muito obrigado pelos presentes!
E enquanto a festa no céu não chega, queremos estar com vocês em todo 7 de setembro; não apenas comemorando a independência do nosso querido Brasil, mas também a liberdade de um povo remido e comprado pelo sangue de Jesus; a igreja da qual fazemos parte.
Júlio Elcio.
Governador Valadares, 7 de setembro de 2009.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A Última Vuvuzela
Os estádios de futebol da África do Sul amanheceram vazios na segunda feira 12 de julho. A copa do mundo de 2010 acabou.
Dentre tantas coisas interessantes que vi nesse campeonato mundial, a alegria dos africanos embalada pelo som das vuvuzelas, foi uma das que mais me chamou a atenção. Toda aquela gente pulando e “buzinando”, foi algo realmente de impressionar! Era tanta energia, que para ser totalmente extravasada só mesmo uma embocadura e um sopro quase sem fim!
Disseram até que o barulho produzido por elas, atrapalhava a comunicação em campo e pode ter sido a causa principal do gol contra do Brasil no jogo contra a Holanda. É a eterna cultura da transferência de responsabilidade. Lembram dos “frangos” da Jabulani?
Há uma grande lição e uma sublime lembrança em tudo isto.
A grande lição é que a vuvuzela africana anuncia uma alegria passageira, que dura apenas alguns dias - até mesmo para os espanhóis campeões, que logo voltarão ao silêncio e só poderão tentar repetir o grande feito daqui a quatro anos.
A sublime lembrança tem a ver com a ardente expectativa da igreja – de ouvir um som que desperta para a eternidade, prelúdio de uma alegria sem fim e que não confunde a equipe.
Naquele dia os céus acolherão todos os filhos de Deus, tanto os mortos em Cristo como os vivos em Cristo, transformados e despertados pelo ressoar da “última trombeta”.
A vitória será incontestável, perfeita, sem interferência humana. Faremos uma viagem sem volta, sem frustrações - e não precisaremos esperar por outra convocação.
Nos dias da copa do mundo, fomos impactados pela “Corneta de Mandela”, mas naquele glorioso dia, seremos arrebatados ao som da “trombeta de Deus”.
Maranata, ora vem Senhor Jesus!
Júlio Elcio – 19 de julho de 2010.
Dentre tantas coisas interessantes que vi nesse campeonato mundial, a alegria dos africanos embalada pelo som das vuvuzelas, foi uma das que mais me chamou a atenção. Toda aquela gente pulando e “buzinando”, foi algo realmente de impressionar! Era tanta energia, que para ser totalmente extravasada só mesmo uma embocadura e um sopro quase sem fim!
Disseram até que o barulho produzido por elas, atrapalhava a comunicação em campo e pode ter sido a causa principal do gol contra do Brasil no jogo contra a Holanda. É a eterna cultura da transferência de responsabilidade. Lembram dos “frangos” da Jabulani?
Há uma grande lição e uma sublime lembrança em tudo isto.
A grande lição é que a vuvuzela africana anuncia uma alegria passageira, que dura apenas alguns dias - até mesmo para os espanhóis campeões, que logo voltarão ao silêncio e só poderão tentar repetir o grande feito daqui a quatro anos.
A sublime lembrança tem a ver com a ardente expectativa da igreja – de ouvir um som que desperta para a eternidade, prelúdio de uma alegria sem fim e que não confunde a equipe.
Naquele dia os céus acolherão todos os filhos de Deus, tanto os mortos em Cristo como os vivos em Cristo, transformados e despertados pelo ressoar da “última trombeta”.
A vitória será incontestável, perfeita, sem interferência humana. Faremos uma viagem sem volta, sem frustrações - e não precisaremos esperar por outra convocação.
Nos dias da copa do mundo, fomos impactados pela “Corneta de Mandela”, mas naquele glorioso dia, seremos arrebatados ao som da “trombeta de Deus”.
Maranata, ora vem Senhor Jesus!
Júlio Elcio – 19 de julho de 2010.
sábado, 3 de julho de 2010
Lava Vidas
Foi mais um sábado diferente, aquele 19 de junho!
Naquele dia, as meninas de nossa igreja, que participam do CBF, o Clubinho Bíblico Feminino, fizeram do pátio da Casa de Oração, seu posto de trabalho social, profissional e porque não dizer, missionário. Depois de lerem esta crônica, vocês entenderão a razão de tal afirmativa.
Dias anteriores o convite foi feito: “tragam seus carros para lavar!” E muitos atenderam o convite. Talvez por curiosidade – “será que elas darão conta do recado?”.
Água, balde, pano, aspiração, transpiração e muita disposição, foi o que se viu assim que os carros começaram a estacionar. Aquela iniciativa inovadora me fez pensar no mais nobre trabalho de limpeza que temos para fazer, e me ensinou lições incríveis as quais gostaria de compartilhar com vocês.
- Liderança
Mesmo que de forma informal, percebi que havia uma liderança entre as meninas. As atividades estavam muito bem distribuídas, cada uma cuidava de uma etapa do trabalho, desde a recepção do veículo, passando pela limpeza interna, secagem até a entrega e recebimento do dinheiro. Havia alegria e prazer na execução das tarefas. A liderança sábia e espiritual não é imposta, mas sim conquistada e reconhecida. Ela é fundamental para o sucesso na obra de Deus! (I Pedro 5.2 e 3)
- Trabalho em equipe
Foi bonito vê-las juntas num mesmo propósito, se ajudando, compartilhando, usando o que tinham de melhor em prol do grupo. Elas têm um objetivo comum e sabem que só a união de todas, fará com que o alcancem. Num trabalho em equipe não há espaço para individualismos, estrelismos e egoísmos. Todos são importantes e usam suas habilidades para o sucesso de todos! (I Cor. 12.18-21).
- Criatividade
Como fazer para arrecadar dinheiro? Como custear tal projeto? Ao invés de desanimar elas preferiram pensar, inovar, criar, ousar. Quem poderia imaginar tal atitude? Afinal, lavar carro é coisa para homem e não para uma moça, diria alguém! Mas elas fizeram a diferença e não cometeram nenhum pecado. Deus nos dotou de criatividade e devemos usá-la. Já pensaram em como Adão teve que usar a mente e a criatividade para dar nome a tantos animais lá no Éden?
(Gênesis 2.19 e 20).
- Disposição
Não deve ter sido fácil para elas levantarem cedo no sábado, depois de cinco dias de trabalho, estudos e outras coisas mais, se esticarem sobre carros sujos, esfregá-los bastante e durante um dia inteiro! Haja disposição! Na obra de Deus é assim também. É preciso “pegar no batente”. Não dá para evangelizar pessoas com controle remoto. Tem que “botar a mão na massa”! Esse trabalho exige esforço físico, tempo e dinheiro. (II Cor. 11.24-28).
- Excelência
Quem levou o carro no Lava Jato do CBF, ficou admirado com a qualidade do serviço. Muito capricho e no final aquele toque feminino que faz toda a diferença. Fazer a obra de Deus de forma relaxada é pecado! Devemos fazer o nosso melhor porque é para Ele. (Romanos 12.6-8).
As meninas começaram o trabalho às oito da manhã e tiveram que fechar o portão às quinze horas, de tanto carro que ainda tinha para lavar. A fila estava grande e teve carro que ficou de fora, sujo, sem poder ser lavado, por falta de tempo e de recurso humano. Isto me fez pensar nos bilhões que em trevas tão medonhas, jazem perdidos sem o Salvador, e que poderão ficar assim, pelos mesmos motivos!
Quando entrei no meu carro ele estava limpinho, cheirosinho e por tudo isso paguei apenas um “precinho”. Ao sair, percebi que havia um folheto evangélico sobre o painel e um distintivo afixado no vidro interno, no qual estava escrito: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3.16).
O objetivo das meninas é arrecadar dinheiro para custear o “Projeto Crianças para Jesus”, que será realizado por elas no final desse ano. Devemos ajudá-las!
Que nesses dias de missões, possamos nos colocar à disposição do Pai Celeste, para que através de nós, Ele transforme vidas sujas e oprimidas pelo pecado, em filhos lavados e redimidos pelo sangue de Cristo, que foi o preço pago!
Meninas, parabéns pelo trabalho e obrigado pelas lições!
Entenderam agora porque eu disse que o trabalho delas foi missionário?
Um beijo no coração.
Júlio Elcio
04 de julho de 2010.
Naquele dia, as meninas de nossa igreja, que participam do CBF, o Clubinho Bíblico Feminino, fizeram do pátio da Casa de Oração, seu posto de trabalho social, profissional e porque não dizer, missionário. Depois de lerem esta crônica, vocês entenderão a razão de tal afirmativa.
Dias anteriores o convite foi feito: “tragam seus carros para lavar!” E muitos atenderam o convite. Talvez por curiosidade – “será que elas darão conta do recado?”.
Água, balde, pano, aspiração, transpiração e muita disposição, foi o que se viu assim que os carros começaram a estacionar. Aquela iniciativa inovadora me fez pensar no mais nobre trabalho de limpeza que temos para fazer, e me ensinou lições incríveis as quais gostaria de compartilhar com vocês.
- Liderança
Mesmo que de forma informal, percebi que havia uma liderança entre as meninas. As atividades estavam muito bem distribuídas, cada uma cuidava de uma etapa do trabalho, desde a recepção do veículo, passando pela limpeza interna, secagem até a entrega e recebimento do dinheiro. Havia alegria e prazer na execução das tarefas. A liderança sábia e espiritual não é imposta, mas sim conquistada e reconhecida. Ela é fundamental para o sucesso na obra de Deus! (I Pedro 5.2 e 3)
- Trabalho em equipe
Foi bonito vê-las juntas num mesmo propósito, se ajudando, compartilhando, usando o que tinham de melhor em prol do grupo. Elas têm um objetivo comum e sabem que só a união de todas, fará com que o alcancem. Num trabalho em equipe não há espaço para individualismos, estrelismos e egoísmos. Todos são importantes e usam suas habilidades para o sucesso de todos! (I Cor. 12.18-21).
- Criatividade
Como fazer para arrecadar dinheiro? Como custear tal projeto? Ao invés de desanimar elas preferiram pensar, inovar, criar, ousar. Quem poderia imaginar tal atitude? Afinal, lavar carro é coisa para homem e não para uma moça, diria alguém! Mas elas fizeram a diferença e não cometeram nenhum pecado. Deus nos dotou de criatividade e devemos usá-la. Já pensaram em como Adão teve que usar a mente e a criatividade para dar nome a tantos animais lá no Éden?
(Gênesis 2.19 e 20).
- Disposição
Não deve ter sido fácil para elas levantarem cedo no sábado, depois de cinco dias de trabalho, estudos e outras coisas mais, se esticarem sobre carros sujos, esfregá-los bastante e durante um dia inteiro! Haja disposição! Na obra de Deus é assim também. É preciso “pegar no batente”. Não dá para evangelizar pessoas com controle remoto. Tem que “botar a mão na massa”! Esse trabalho exige esforço físico, tempo e dinheiro. (II Cor. 11.24-28).
- Excelência
Quem levou o carro no Lava Jato do CBF, ficou admirado com a qualidade do serviço. Muito capricho e no final aquele toque feminino que faz toda a diferença. Fazer a obra de Deus de forma relaxada é pecado! Devemos fazer o nosso melhor porque é para Ele. (Romanos 12.6-8).
As meninas começaram o trabalho às oito da manhã e tiveram que fechar o portão às quinze horas, de tanto carro que ainda tinha para lavar. A fila estava grande e teve carro que ficou de fora, sujo, sem poder ser lavado, por falta de tempo e de recurso humano. Isto me fez pensar nos bilhões que em trevas tão medonhas, jazem perdidos sem o Salvador, e que poderão ficar assim, pelos mesmos motivos!
Quando entrei no meu carro ele estava limpinho, cheirosinho e por tudo isso paguei apenas um “precinho”. Ao sair, percebi que havia um folheto evangélico sobre o painel e um distintivo afixado no vidro interno, no qual estava escrito: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3.16).
O objetivo das meninas é arrecadar dinheiro para custear o “Projeto Crianças para Jesus”, que será realizado por elas no final desse ano. Devemos ajudá-las!
Que nesses dias de missões, possamos nos colocar à disposição do Pai Celeste, para que através de nós, Ele transforme vidas sujas e oprimidas pelo pecado, em filhos lavados e redimidos pelo sangue de Cristo, que foi o preço pago!
Meninas, parabéns pelo trabalho e obrigado pelas lições!
Entenderam agora porque eu disse que o trabalho delas foi missionário?
Um beijo no coração.
Júlio Elcio
04 de julho de 2010.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Congretu de bom
Num tempo em que a maioria valoriza mais o “ter” do que o “ser”, quando a máxima é: “eu quero é mais”, jovens cristãos da Casa de Oração de Cel Fabriciano, organizaram nos dias 1 e 2 maio de 2010, o IV Congretude com o tema: “A vida que eu não quero ter”.
Que privilégio para mim, ministrar naqueles dias, desenvolvendo um tema tão desafiador, tendo como base, a experiência de Daniel e seus companheiros, quando estiveram na corte de Nabucodonozor.
Com uma estrutura para lazer, descanso e estudos, o Sítio nos arredores da cidade, foi o ponto de encontro de jovens que chegaram de Governador Valadares, Ipatinga e Timóteo, além dos anfitriões fabricianenses.
Pude relembrar o tempo em que freqüentei a Casa de Oração, quando ainda situada às margens da 381. Hoje ela está na Copacabana.
O barulho ensurdecedor dos carros na rodovia incomodava, mas não foi capaz de impedir nossa aprendizagem e crescimento. Estar ministrando ali, foi o resultado da dedicação de minha mãe e das professoras da Escola Dominical. A elas, a minha gratidão!
Com uma atenção de emocionar, os jovens comiam cada palavra e bebiam cada reflexão, com uma fome de crescimento que me tocou profundamente. Aprendi muito com eles!
Pensando nas características da vida que não queremos ter, ou seja, que perde as oportunidades, que cede às tentações da vida e que não exerce a fé em Deus, fomos cavando e descobrindo nas sagradas escrituras, que Daniel fez exatamente o contrário - aproveitou a oportunidade porque estava preparado, rejeitou a comida porque não queria se contaminar e propôs um desafio porque confiava no seu Deus.
Ah, e a Festa dos Iguais?! Sim, teve muita descontração e criatividade. Sensacional! Que idéia genial de permitir que se formassem grupos com as mesmas características. Apareceu de cowboys a roqueiras!
A Festa dos Iguais nos fez pensar nas várias “tribos” urbanas que vivem por aí levando a vida que querem ter. Precisamos mostrar-lhes a nova Vida, que precisam ter.
Violões, violeiros, bolas e boleiros, criaram um cenário de alegria, confraternização e novas amizades, num ambiente onde a informalidade não excluiu a espiritualidade.
Conheci também uma liderança madura, formada por casais dedicados, que não mediram esforços para investir na vida dos jovens e me hospedar. Parabéns, vocês são exemplo de vida, a que eu quero ter!
Eu sei que mencionar nomes é sempre um risco, mas vou externar minha percepção do que foi esse congresso, na atitude de quatro jovens que estiveram lá.
No Thiago de Timóteo, convivem muito bem, simpatia e simplicidade. Ele agrada sem fazer esforço!
O Júlio de Valadares tem no bom humor sua marca registrada. Mesmo estando sério, ele nos faz rir.
Da Marli de Ipatinga veio a reflexão oportuna. Palavras de uma garota determinada a viver uma vida que vale a pena, tal qual Daniel.
E o Lucas de Fabriciano? Disseram que ele é meu sósia! Falante do início ao fim do congresso. Testemunho de mudança de vida, proporcionada pelo Congretude.
Voltei para casa mais cheio de vontade de continuar servindo, cantando e pregando, mas, sobretudo de continuar aprendendo.
Foi tudo de bom!
Júlio Elcio - 11/05/2010
Que privilégio para mim, ministrar naqueles dias, desenvolvendo um tema tão desafiador, tendo como base, a experiência de Daniel e seus companheiros, quando estiveram na corte de Nabucodonozor.
Com uma estrutura para lazer, descanso e estudos, o Sítio nos arredores da cidade, foi o ponto de encontro de jovens que chegaram de Governador Valadares, Ipatinga e Timóteo, além dos anfitriões fabricianenses.
Pude relembrar o tempo em que freqüentei a Casa de Oração, quando ainda situada às margens da 381. Hoje ela está na Copacabana.
O barulho ensurdecedor dos carros na rodovia incomodava, mas não foi capaz de impedir nossa aprendizagem e crescimento. Estar ministrando ali, foi o resultado da dedicação de minha mãe e das professoras da Escola Dominical. A elas, a minha gratidão!
Com uma atenção de emocionar, os jovens comiam cada palavra e bebiam cada reflexão, com uma fome de crescimento que me tocou profundamente. Aprendi muito com eles!
Pensando nas características da vida que não queremos ter, ou seja, que perde as oportunidades, que cede às tentações da vida e que não exerce a fé em Deus, fomos cavando e descobrindo nas sagradas escrituras, que Daniel fez exatamente o contrário - aproveitou a oportunidade porque estava preparado, rejeitou a comida porque não queria se contaminar e propôs um desafio porque confiava no seu Deus.
Ah, e a Festa dos Iguais?! Sim, teve muita descontração e criatividade. Sensacional! Que idéia genial de permitir que se formassem grupos com as mesmas características. Apareceu de cowboys a roqueiras!
A Festa dos Iguais nos fez pensar nas várias “tribos” urbanas que vivem por aí levando a vida que querem ter. Precisamos mostrar-lhes a nova Vida, que precisam ter.
Violões, violeiros, bolas e boleiros, criaram um cenário de alegria, confraternização e novas amizades, num ambiente onde a informalidade não excluiu a espiritualidade.
Conheci também uma liderança madura, formada por casais dedicados, que não mediram esforços para investir na vida dos jovens e me hospedar. Parabéns, vocês são exemplo de vida, a que eu quero ter!
Eu sei que mencionar nomes é sempre um risco, mas vou externar minha percepção do que foi esse congresso, na atitude de quatro jovens que estiveram lá.
No Thiago de Timóteo, convivem muito bem, simpatia e simplicidade. Ele agrada sem fazer esforço!
O Júlio de Valadares tem no bom humor sua marca registrada. Mesmo estando sério, ele nos faz rir.
Da Marli de Ipatinga veio a reflexão oportuna. Palavras de uma garota determinada a viver uma vida que vale a pena, tal qual Daniel.
E o Lucas de Fabriciano? Disseram que ele é meu sósia! Falante do início ao fim do congresso. Testemunho de mudança de vida, proporcionada pelo Congretude.
Voltei para casa mais cheio de vontade de continuar servindo, cantando e pregando, mas, sobretudo de continuar aprendendo.
Foi tudo de bom!
Júlio Elcio - 11/05/2010
segunda-feira, 9 de março de 2009
Mulheres - As normais, as anormais e as especiais
As mulheres, ah... as mulheres! Como entendê-las? Como descrevê-las? Como satisfazê-las? Como?
Ora uma rocha inflexível, quase indestrutível para quem se arrisca a enfrentá-las, ora um ninho aconchegante, irresistível, que atrai para si os que sem rumo e sem teto, carentes de afeto, perambulam pela vida sem saber para onde ir.
As mulheres, ah... as mulheres! Muitos poetas e profetas já gastaram tinta e argumento, para expor suas percepções sobre elas. Mas como são uma fonte inesgotável de inspiração e lição, nos desafiando a cada manhã, me arrisco aqui a trilhar por esse universo feminino, descrevendo um pouco do que penso sobre elas.
Para mim existem três tipos: as normais, as anormais e as especiais.
As normais são em maioria - estão em toda casa. Casadas, solteiras, mães, avós, estudantes ou profissionais - elas cumprem seu papel com maestria. São eternas guerreiras, com tal força interior e muitas vezes até física, que bobamente, pensamos deveria ser só nossa, os fracos homens!
Conseguem fazer coisas que para os machos seria impossível! Suportam uma intensa dor de cabeça, durante um dia inteiro, cuidando das coisas de casa, do trabalho, dos filhos - e à noite quando ele chega, trazendo estresse, impaciência, insensibilidade e desinteresse sexual, lá está ela linda e cheirosa com a cabeça curada e com a comida pronta para alimentar o pobre marido. Mas se ele vier com "fome de mulher", ela o alimenta também.
As mulheres normais gostam de novelas e torcem pela esposa legítima, quando um triângulo amoroso se desenrola na trama. As mulheres normais, quando mães, chamam os filhos pela manhã, quantas vezes forem necessárias para que não cheguem atrasados na escola, se tornando as mais chatas do mundo.
As mulheres normais sentem ciúme, mas dizem que estão é preocupadas com o que os outros vão dizer. Quando são ofendidas pelo marido, principalmente quando eles não percebem o que fizeram, elas impõem um silêncio sepulcral no ambiente, que eles não resistem por muito tempo e acabam fazendo aquela perguntinha ordinária: o que é que você tem meu amor? E ela desaba num choro sem fim. Mas são elas que na maioria das vezes tomam a iniciativa de conversar no momento da crise.
As anormais pensam que são normais, mas não são. Quando enfrentam dificuldades, ao invés de guerreiras são histéricas, tornando-se o centro das atenções de olhares reprovadores. Elas não conhecem limites quando querem satisfazer suas vontades.
As mulheres anormais não educam seus filhos - elas o entregam à própria sorte. Espancam quando suas ordens são desobedecidas e abandonam quando se sentem prejudicadas nos seus interesses pessoais.
As anormais não amam, elas são possessivas! Quando querem alguém para si, usam todas as armas possíveis para atingir seu intento, inclusive as mais baixas. E quando percebem que estão perdendo a disputa, fazem chantagem, colocam a vida em risco, quando não a tiram de vez.
As mulheres anormais são doentes e precisam de ajuda!
As mulheres especiais são jóias raras! Parece até que não são feitas da mesma matéria das duas primeiras. Elas sabem como ninguém, caminhar entre a razão e a emoção. É a mulher dos sonhos de todo homem!
As especiais valorizam mais o tempo do que o momento. Analisam as circunstâncias antes de manifestarem palavras ou ações. Elas não são ansiosas como as normais e nem desesperadas como as anormais – são equilibradas.
As mulheres especiais são amigas confidentes das suas filhas, mesmo não concordando com tudo que elas fazem ou falam.
Elas conhecem o homem que amam a tal ponto, que preferem deixá-lo a sós, quando este não está nos seus melhores dias. Porém nunca o perdem de vista e no momento certo que só elas sabem, se aproximam - falantes ou silentes, calmas ou calientes. A cura pode estar nas mãos, na palavra, no olhar ou no sorriso. O remédio, só elas conhecem.
As mulheres especiais nos tornam meninos novamente, com travessuras e sonhos de adolescente. Com elas podemos ser nós mesmos, sem reservas, sem máscaras, sem medo de confessarmos nossos erros, com a certeza de que não deixaremos de ser amados por isso.
As especiais são felizes porque escolheram ser felizes, independentemente dos homens, das outras mulheres, dos fatos ou dos boatos. Elas não delegam sua felicidade. Elas são especiais!
Um beijo no coração e um feliz dia internacional da Mulher!
Júlio Elcio - 08/03/09
Ora uma rocha inflexível, quase indestrutível para quem se arrisca a enfrentá-las, ora um ninho aconchegante, irresistível, que atrai para si os que sem rumo e sem teto, carentes de afeto, perambulam pela vida sem saber para onde ir.
As mulheres, ah... as mulheres! Muitos poetas e profetas já gastaram tinta e argumento, para expor suas percepções sobre elas. Mas como são uma fonte inesgotável de inspiração e lição, nos desafiando a cada manhã, me arrisco aqui a trilhar por esse universo feminino, descrevendo um pouco do que penso sobre elas.
Para mim existem três tipos: as normais, as anormais e as especiais.
As normais são em maioria - estão em toda casa. Casadas, solteiras, mães, avós, estudantes ou profissionais - elas cumprem seu papel com maestria. São eternas guerreiras, com tal força interior e muitas vezes até física, que bobamente, pensamos deveria ser só nossa, os fracos homens!
Conseguem fazer coisas que para os machos seria impossível! Suportam uma intensa dor de cabeça, durante um dia inteiro, cuidando das coisas de casa, do trabalho, dos filhos - e à noite quando ele chega, trazendo estresse, impaciência, insensibilidade e desinteresse sexual, lá está ela linda e cheirosa com a cabeça curada e com a comida pronta para alimentar o pobre marido. Mas se ele vier com "fome de mulher", ela o alimenta também.
As mulheres normais gostam de novelas e torcem pela esposa legítima, quando um triângulo amoroso se desenrola na trama. As mulheres normais, quando mães, chamam os filhos pela manhã, quantas vezes forem necessárias para que não cheguem atrasados na escola, se tornando as mais chatas do mundo.
As mulheres normais sentem ciúme, mas dizem que estão é preocupadas com o que os outros vão dizer. Quando são ofendidas pelo marido, principalmente quando eles não percebem o que fizeram, elas impõem um silêncio sepulcral no ambiente, que eles não resistem por muito tempo e acabam fazendo aquela perguntinha ordinária: o que é que você tem meu amor? E ela desaba num choro sem fim. Mas são elas que na maioria das vezes tomam a iniciativa de conversar no momento da crise.
As anormais pensam que são normais, mas não são. Quando enfrentam dificuldades, ao invés de guerreiras são histéricas, tornando-se o centro das atenções de olhares reprovadores. Elas não conhecem limites quando querem satisfazer suas vontades.
As mulheres anormais não educam seus filhos - elas o entregam à própria sorte. Espancam quando suas ordens são desobedecidas e abandonam quando se sentem prejudicadas nos seus interesses pessoais.
As anormais não amam, elas são possessivas! Quando querem alguém para si, usam todas as armas possíveis para atingir seu intento, inclusive as mais baixas. E quando percebem que estão perdendo a disputa, fazem chantagem, colocam a vida em risco, quando não a tiram de vez.
As mulheres anormais são doentes e precisam de ajuda!
As mulheres especiais são jóias raras! Parece até que não são feitas da mesma matéria das duas primeiras. Elas sabem como ninguém, caminhar entre a razão e a emoção. É a mulher dos sonhos de todo homem!
As especiais valorizam mais o tempo do que o momento. Analisam as circunstâncias antes de manifestarem palavras ou ações. Elas não são ansiosas como as normais e nem desesperadas como as anormais – são equilibradas.
As mulheres especiais são amigas confidentes das suas filhas, mesmo não concordando com tudo que elas fazem ou falam.
Elas conhecem o homem que amam a tal ponto, que preferem deixá-lo a sós, quando este não está nos seus melhores dias. Porém nunca o perdem de vista e no momento certo que só elas sabem, se aproximam - falantes ou silentes, calmas ou calientes. A cura pode estar nas mãos, na palavra, no olhar ou no sorriso. O remédio, só elas conhecem.
As mulheres especiais nos tornam meninos novamente, com travessuras e sonhos de adolescente. Com elas podemos ser nós mesmos, sem reservas, sem máscaras, sem medo de confessarmos nossos erros, com a certeza de que não deixaremos de ser amados por isso.
As especiais são felizes porque escolheram ser felizes, independentemente dos homens, das outras mulheres, dos fatos ou dos boatos. Elas não delegam sua felicidade. Elas são especiais!
Um beijo no coração e um feliz dia internacional da Mulher!
Júlio Elcio - 08/03/09
quinta-feira, 5 de março de 2009
Timóteo 2009 - O Acampamento da Reconstrução
Sinceramente, acho que ainda não acordei do sonho!
Estou tal qual o povo de Israel, em estado de graça, como descrito no Salmo 126.1 “quando o Senhor trouxe do exílio os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.”
Fico fascinado pela forma como Deus trabalha com as circunstâncias, com as pessoas e com os objetos, afinal tudo foi criado por Ele!
Estar no acampamento de Timóteo, em fevereiro de 2009, ministrando para aquele povo maravilhoso, foi um presente de Deus pra mim!
Fico rindo ao lembrar as piadas do Naninho - esse Moreira fantástico, que não se abateu diante das adversidades da vida e virou o jogo, se mantendo de pé e quase nos fazendo cair de tanto gargalhar. Meu irmão, você é indispensável, Deus seja louvado por sua vida!
Meus manos, Rogério, Ivan e famílias, que me serviram de apoio espiritual, foram verdadeiras muralhas de proteção me acompanhando durante todo o tempo, em oração, hospitalidade, descontração, carinho, conforto e muito mais. Vocês não têm a idéia do quanto foi importante para mim, aquela “tenda de comunhão”.
Vendo o Rui da Sônia, ali atrás do balcão da Cantina, com aquele jeito sereno, supervisionando tudo da melhor maneira possível, pude constatar mais uma vez como Deus é fiel. Talvez poucos, sentiram tanto na pele como ele, o desgaste de conduzir um acampamento. Houve momentos em que teve vontade de desistir, mas no final, a certeza de que o investimento na vida dos jovens vale qualquer sacrifício e já está planejando o do próximo ano. Obrigado pela oportunidade, você investiu na minha vida também!
A Denise, os KK’s, a equipe de Louvor e da gincana, todos fazendo o seu melhor para Deus, foi uma grande lição para todos nós.
Ouvir meu irmão, parceiro e amigo de infância Leléo, com seu já reconhecido talento, cantar os “Heróis da Fé”, sua mais recente pérola musical, foi amaciar o coração e chegar mais perto do Pai.
Estar em Acesita na cidade de Timóteo, é fazer uma viagem ao meu passado, é reencontrar minha história, rever meus primeiros mestres e amigos. Foi naquela igreja que eu nasci e conheci Jesus. Então vocês podem imaginar o tamanho da minha alegria e honra de estar ali ministrando também para quem um dia me carregou no colo, como o Sr. Luiz do Carmo, por exemplo!
O Tema abordado durante o Acampamento, “A Reconstrução do Templo e dos Muros de Jerusalém”, tendo como base os livros de Esdras e Neemias, foi sem dúvida alguma, meu maior desafio até agora, no ministério que Deus me confiou.
Vivemos momentos ali de verdadeiras reconstruções. Amizades solidificadas, perdão liberado, relacionamentos refeitos, consagração de vidas. Eu não imaginava o que poderia acontecer enquanto pensava e preparava as palestras. Fofinha bem que me perguntou como seria aquela dinâmica, enquanto montava para mim o “painel da reconstrução”. Meu amor, muito obrigado pela ajuda, meu ministério não seria o mesmo sem você!
Ver aqueles jovens, rapazes e moças, todos lindos, e Milena entre eles, cantando, confraternizando, brincando como crianças e saboreando cada Palavra de Deus, como gente grande, uma Juventude verdadeiramente Cristã e Brasileira - foi maravilhoso!
Foi um encontro entre amigos na minha terra natal. Aqui mencionei os nomes de alguns para dar uma idéia do que foi aquele momento e do que ele representou para mim, mas digo a todos os outros que estavam lá para se sentirem igualmente alcançados pela minha gratidão. A canção “Amigos” é uma homenagem que presto a todos vocês.
Começamos nas ruínas do templo e dos muros, pois era exatamente assim que estávamos antes de Cristo chegar. Mas quando me lembro daqueles dois corais cantando sobre as muralhas de Jerusalém, totalmente reconstruídas, fico emocionado só de imaginar como será quando chegarmos à casa celestial, com nossas vidas totalmente refeitas pelo Mestre Construtor.
Ao final do retiro, nossa construção estava pronta, formada por tijolos tais como: perdão, amizade, compromisso e muitos outros dessa mesma qualidade. Quem quiser conhecer a obra completa, faça uma visita à igreja em Acesita, lá em Timóteo, Minas Gerais.
Muito obrigado, meus queridos irmãos, por me permitirem voltar à minha terra natal, depois de 33 anos, com tão alto privilégio!
Um beijo no coração!
Júlio Elcio (05/03/09)
Estou tal qual o povo de Israel, em estado de graça, como descrito no Salmo 126.1 “quando o Senhor trouxe do exílio os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.”
Fico fascinado pela forma como Deus trabalha com as circunstâncias, com as pessoas e com os objetos, afinal tudo foi criado por Ele!
Estar no acampamento de Timóteo, em fevereiro de 2009, ministrando para aquele povo maravilhoso, foi um presente de Deus pra mim!
Fico rindo ao lembrar as piadas do Naninho - esse Moreira fantástico, que não se abateu diante das adversidades da vida e virou o jogo, se mantendo de pé e quase nos fazendo cair de tanto gargalhar. Meu irmão, você é indispensável, Deus seja louvado por sua vida!
Meus manos, Rogério, Ivan e famílias, que me serviram de apoio espiritual, foram verdadeiras muralhas de proteção me acompanhando durante todo o tempo, em oração, hospitalidade, descontração, carinho, conforto e muito mais. Vocês não têm a idéia do quanto foi importante para mim, aquela “tenda de comunhão”.
Vendo o Rui da Sônia, ali atrás do balcão da Cantina, com aquele jeito sereno, supervisionando tudo da melhor maneira possível, pude constatar mais uma vez como Deus é fiel. Talvez poucos, sentiram tanto na pele como ele, o desgaste de conduzir um acampamento. Houve momentos em que teve vontade de desistir, mas no final, a certeza de que o investimento na vida dos jovens vale qualquer sacrifício e já está planejando o do próximo ano. Obrigado pela oportunidade, você investiu na minha vida também!
A Denise, os KK’s, a equipe de Louvor e da gincana, todos fazendo o seu melhor para Deus, foi uma grande lição para todos nós.
Ouvir meu irmão, parceiro e amigo de infância Leléo, com seu já reconhecido talento, cantar os “Heróis da Fé”, sua mais recente pérola musical, foi amaciar o coração e chegar mais perto do Pai.
Estar em Acesita na cidade de Timóteo, é fazer uma viagem ao meu passado, é reencontrar minha história, rever meus primeiros mestres e amigos. Foi naquela igreja que eu nasci e conheci Jesus. Então vocês podem imaginar o tamanho da minha alegria e honra de estar ali ministrando também para quem um dia me carregou no colo, como o Sr. Luiz do Carmo, por exemplo!
O Tema abordado durante o Acampamento, “A Reconstrução do Templo e dos Muros de Jerusalém”, tendo como base os livros de Esdras e Neemias, foi sem dúvida alguma, meu maior desafio até agora, no ministério que Deus me confiou.
Vivemos momentos ali de verdadeiras reconstruções. Amizades solidificadas, perdão liberado, relacionamentos refeitos, consagração de vidas. Eu não imaginava o que poderia acontecer enquanto pensava e preparava as palestras. Fofinha bem que me perguntou como seria aquela dinâmica, enquanto montava para mim o “painel da reconstrução”. Meu amor, muito obrigado pela ajuda, meu ministério não seria o mesmo sem você!
Ver aqueles jovens, rapazes e moças, todos lindos, e Milena entre eles, cantando, confraternizando, brincando como crianças e saboreando cada Palavra de Deus, como gente grande, uma Juventude verdadeiramente Cristã e Brasileira - foi maravilhoso!
Foi um encontro entre amigos na minha terra natal. Aqui mencionei os nomes de alguns para dar uma idéia do que foi aquele momento e do que ele representou para mim, mas digo a todos os outros que estavam lá para se sentirem igualmente alcançados pela minha gratidão. A canção “Amigos” é uma homenagem que presto a todos vocês.
Começamos nas ruínas do templo e dos muros, pois era exatamente assim que estávamos antes de Cristo chegar. Mas quando me lembro daqueles dois corais cantando sobre as muralhas de Jerusalém, totalmente reconstruídas, fico emocionado só de imaginar como será quando chegarmos à casa celestial, com nossas vidas totalmente refeitas pelo Mestre Construtor.
Ao final do retiro, nossa construção estava pronta, formada por tijolos tais como: perdão, amizade, compromisso e muitos outros dessa mesma qualidade. Quem quiser conhecer a obra completa, faça uma visita à igreja em Acesita, lá em Timóteo, Minas Gerais.
Muito obrigado, meus queridos irmãos, por me permitirem voltar à minha terra natal, depois de 33 anos, com tão alto privilégio!
Um beijo no coração!
Júlio Elcio (05/03/09)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Um Congresso cheio de Resplendor!
Foi maravilhoso ver aqueles jovens querendo algo novo, melhor, dispostos a aprender da Palavra e com a Palavra.
Os dias 24 e 25 de janeiro de 2009 foram inesquecíveis! A Casa de Oração em Resplendor, MG, foi o ponto de encontro da Juventude Cristã do Vale do Rio Doce. De Colatina a Governador Valadares veio gente muito bacana, gente de Deus.
Pra mim foi uma honra ministrar naquele Congresso! Com o tema : " Os desafios da nova liderança", aprendemos com a experiência de Josué que recebeu de Deus a missão de suceder Moisés. Pude também cantar as músicas que Deus me deu. Foi bom demais!
Uma bela iniciativa dos irmãos das Casas de Oração de Baixo Guandu e Resplendor que se uniram para proporcionar aos jovens um encontro de edificação,comunhão, louvor, estudo da Palavra de Deus, confraternização. E tudo isso aconteceu lá, graças a Deus!
A minha oração é que Deus continue a abençoar muito aqueles jovens que me receberam com tanto carinho.
Um beijo no coração.
Os dias 24 e 25 de janeiro de 2009 foram inesquecíveis! A Casa de Oração em Resplendor, MG, foi o ponto de encontro da Juventude Cristã do Vale do Rio Doce. De Colatina a Governador Valadares veio gente muito bacana, gente de Deus.
Pra mim foi uma honra ministrar naquele Congresso! Com o tema : " Os desafios da nova liderança", aprendemos com a experiência de Josué que recebeu de Deus a missão de suceder Moisés. Pude também cantar as músicas que Deus me deu. Foi bom demais!
Uma bela iniciativa dos irmãos das Casas de Oração de Baixo Guandu e Resplendor que se uniram para proporcionar aos jovens um encontro de edificação,comunhão, louvor, estudo da Palavra de Deus, confraternização. E tudo isso aconteceu lá, graças a Deus!
A minha oração é que Deus continue a abençoar muito aqueles jovens que me receberam com tanto carinho.
Um beijo no coração.
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